julho 23, 2024
Cemitério de Navios é destaque em Jaguaruna foto ilustrativa

Cemitério de Navios é destaque em Jaguaruna

Que as águas de Jaguaruna são especiais todos nós sabemos, o que não sabíamos é que por muito tempo, o mar de Jaguaruna escondeu uma armadilha para os navegadores: uma pedra no caminho transformou a região em um “cemitério de navios”.

O ‘cemitério de navios’ de Jaguaruna, identificado pelo Globo Repórter da ultima sexta-feira é um local que já    provocou o naufrágio de pelo menos 72 embarcações. Jaguaruna que já tem a laje da Jágua, agora tem o cemitério de navios.

O Globo Repórter   mergulhou no que chamou de águas perigosas, em Jaguaruna,   Um Oceanógrafo mapeou a montanha subaquática, que causou os incidentes.

O historiador e arqueólogo Alexandro Demathe explica por que essa rota era e continua temida.

“Muitos naufrágios foram registrados aqui nessa região. As pesquisas apontam cerca de 72 sinistros. Nós estamos na chamada ‘esquina do Atlântico’, além da pedra, que é nossa esquina da Jaguaruna, fortes ventos empurravam essas embarcações para as praias, essas embarcações encalhavam, partiam no meio e ali naufragavam”, explica o historiador e arqueólogo Alexandro Demathe. Ainda é possível encontrar o que sobrou de algumas dessas embarcações, hoje esqueletos enferrujados. Na “Laje de Jaguaruna”, por exemplo, local que recentemente também mereceu projeção nacional, por abrigar uma das maiores ondas do Brasil, há destroços do navio Guaratinga que naufragou em 1954.

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