maio 20, 2024
Guerra de Gaza já matou 19 jornalistas foto carta capital

Guerra de Gaza já matou 19 jornalistas

Guerra entre Israel e Hamas matou 19 jornalistas em 13 dias.
Vítimas, em sua maioria, foram atingidas por bombardeios em Gaza, onde profissionais tentam conciliar a cobertura do conflito com a proteção de suas famílias.

Multidão acompanha enterro de jornalista libanês Issam Abdallah, da agência de notícias Reuters, morto na fronteira com Israel após um míssil atingir sua equipe, em — Foto: Jornal Nacional/Reprodução
Em 13 dias, a guerra entre Israel e Hamas matou 19 jornalistas, entre palestinos, israelenses e um libanês.
As maiores baixas estão em Gaza, onde os profissionais de imprensa tentam fazer a cobertura do conflito e, ao mesmo tempo, socorrer suas famílias de bombardeios, de acordo com o Comitê para a Proteção de Jornalistas.
Quinze dos jornalistas mortos são palestinos. É o caso de Abdulhadid Habib, que trabalhava para a agência de notícias Al-Manara, morto na última segunda-feira com a família em um ataque com mísseis em sua casa no bairro de Zeitoun, no Sul da cidade de Gaza.
Ahmed Shebab, da Rádio Sowt Al-Asra, morreu há uma semana com a esposa e os três filhos, em casa, atingida por um bombardeio em Jabalia, no norte da Cidade de Gaza.
“O CPJ enfatiza que os jornalistas são civis que realizam um trabalho importante na crise e não devem ser alvo de partes em conflito” afirma o coordenador para o Oriente Médio, Sherif Mansour, na página da entidade.
De acordo com o comitê, oito jornalistas ficaram feridos e três estão desaparecidos.
A segurança de jornalistas numa área densamente povoada como Gaza é nula, assim como as condições precárias para transmitir o material produzido. Jornalistas locais atuam como colaboradores para meios de comunicação do Ocidente.

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